Câncer de mama: o reembolso de testes preditivos para risco de recorrência prematura, juízes tem

Reembolso por Segurança social testes preditivos para o risco de recorrência de Câncer o peito detectado precocemente é "prematuro", segundo a Alta Autoridade de Saúde (HAS). Estes testes destinam-se a distinguir as mulheres que necessitam ou não de quimioterapia após o funcionamento do tumor.

"Indispensável para continuar a pesquisa clínica". No entanto, em um relatório divulgado na segunda-feira motivando essa "opinião negativa", a HAS recomenda estender o apoio de financiamento "condicionalmente" à inovação, que atualmente permite seu apoio. Ela "reconhece o valor potencial desses testes como uma ferramenta para a tomada de decisões", mas "considera essencial continuar a pesquisa clínica".

Sobre os testes 4.500 feitos no 2017. Ela, portanto, pede um estudo comparativo dos quatro testes disponíveis, disse Cédric Carbonneil, chefe de serviços profissionais da HAS. O HAS "pode ​​reconsiderar sua opinião sobre o reembolso quando descartar esses dados". Os testes - Mammaprint, Oncolype Dx, Prosigna e Endopredict - avaliam o risco de acordo com um grupo de genes envolvidos no desenvolvimento do tumor a partir de uma amostra dele. Sobre os testes 4.500 foram realizados em 2017 como parte dos atos inovadores. O câncer de mama, com 55.000 novos casos por ano, é o câncer mais comum em mulheres, lembra HAS.

Os tratamentos são adaptados às múltiplas formas da doença (cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonoterapia). Seu estágio, avançado (metástases) ou não, e as características do tumor (por exemplo, sensíveis ao tratamento hormonal) são levadas em consideração. Na "grande maioria das situações", as equipes de atendimento possuem elementos suficientes para decidir se deve ou não instituir a quimioterapia após a operação, sem recorrer a esses testes, julgar o HAS.

Decisões que variam dependendo do teste usado. A HAS define precisamente a população de mulheres (tumor de 1 5 cm, sensível a hormonioterapia, sem invasão ganglionar ou com micro-invasão ...) para as quais esses testes genéticos seriam úteis. Isso equivale a "5% 10% de alguns cânceres infiltrativos 40.000 localizados", diz Cédric Carbonneil. Segundo vários estudos, para uma mulher em cinco ou um em cada quatro, a decisão de fazer quimioterapia adjuvante difere de acordo com o teste utilizado, observa a HAS entre seus críticos.

"Perto das mulheres 10.000 na França se beneficiaram desses testes nos últimos três anos", segundo o professor Pascal Pujol, presidente da Sociedade Francesa de Medicina Predictiva e Personalizada (SFMPP). Essa sociedade instruída, diferentemente dos especialistas em HAS, acredita que estudos internacionais recentes fornecem um nível suficiente de evidências para justificar o reembolso. No entanto, "a SFMPP está satisfeita que a HAS está permitindo que as mulheres tenham acesso a esses testes, defendendo a extensão de seu financiamento no contexto da inovação", acrescenta.

"Evite terapias desnecessárias". "Fazemos quimioterapia demais na França", diz o professor Roman Rouzier, do Institut Curie, na origem do pedido que permitiu obter financiamento depreciativo para esses testes que são usados ​​para "desescalar". "Evitar terapias desnecessárias é obviamente um grande benefício". "Melhor ainda" se o financiamento dos testes for mantido, acrescenta o especialista, de qualquer forma, um defensor do controle de seu uso.

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